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1. PODEMOS CONFIAR NO “DIÁRIO DE BORDO”?

Contudo, grande parte das indústrias ainda utilizam o apontamento manual de produção para monitorar produtividade e a qualidade, ou seja, a eficiência das máquinas. Pior que isto, com base nestes apontamentos são definidos a previsibilidade dos prazos de entrega, o volume de estoque e até mesmo a decisão estratégica sobre compra de novas máquinas ou contratação de mão-de-obra.

Este apontamento manual é o famoso “diário de bordo” onde o próprio operador da máquina, anota a quantidade produzida e refugada e o tempo em que a máquina ficou parada. Continue reading nt-sawmill

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1. PODEMOS CONFIAR NO “DIÁRIO DE BORDO”?

Contudo, grande parte das indústrias ainda utilizam o apontamento manual de produção para monitorar produtividade e a qualidade, ou seja, a eficiência das máquinas. Pior que isto, com base nestes apontamentos são definidos a previsibilidade dos prazos de entrega, o volume de estoque e até mesmo a decisão estratégica sobre compra de novas máquinas ou contratação de mão-de-obra.

Este apontamento manual é o famoso “diário de bordo” onde o próprio operador da máquina, anota a quantidade produzida e refugada e o tempo em que a máquina ficou parada.

Tal registro de ocorrência serve basicamente para justificar o motivo de não ter atingido a meta de produção. Registro este que só estará disponível como informação gerencial algum tempo depois de realizado, pois o operador irá terminar o apontamento apenas no fim de seu turno. Um outro colaborador irá recolher este material com os apontamentos e levar para alguém digitá-lo em uma planilha, para enfim, consolidar esses dados em informações gerenciais através de gráficos e relatórios. Continue reading nt-sawmill

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CASE: EMPRESA NO RAMO DE ENVASE.

Este estudo de caso, realizado de maneira qualitativa, irá analisar o comportamento do indicador de OEE ao longo do ano de 2010, em uma empresa de grande porte com 40 linhas de envase divididas em 3 plantas e com uma cultura de produtividade elevada.

Os dados observados neste case foram capturados através do sistema automático de coletas de dados de chão de fábrica, MES em tempo real, sistema Pw-1. Continue reading nt-sawmill

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A FÁBRICA PERFEITA.

Imaginemos primeiramente, uma “fábrica perfeita”. Nesta “fábrica perfeita”, as máquinas funcionariam 100% do tempo a 100% da capacidade e produzindo 100% com qualidade.

Na vida real, 100% é uma utopia, uma referência de excelência a ser alcançada através da melhoria continua, pois, a luta é constante para alcançar o máximo da eficácia da máquina. Continue reading nt-sawmill

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Nesse mundo globalizado, a competitividade é que determina a sobrevivência das empresas e essa competitividade, só se consegue utilizando plenamente todos os recursos de produção: máquinas, mão-de-obra e materiais.

E como será que está a sua produção?

Vamos dar uma olhada no que acontece com a produção de várias empresas?

Veja o vídeo abaixo e entenda como a Prodwin, através de um sistema MES (OEE) em tempo real, pode lhe ajudar a aumentar os níveis de produtividade da sua indústria.

 

Quer entender melhor, veja como Pw-1 (clique aqui) pode aumentar a lucratividade de sua empresa.

Mais informações, mande uma mensagem para o nosso consultor (clique aqui) que ele retornará rapidamente a sua mensagem.

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Nos últimos anos, o indicador chamado OEE (Overall Equipment Effectiveness), proposto na metodologia TPM (Total Productive Maintenance), vem sendo aplicado por diversas empresas de produção em série e apresentando resultados significativos.

Com este indicador OEE é possível verificar o quanto a empresa está utilizando os recursos disponíveis (máquinas, mão-de-obra e materiais) na produção. Assista o vídeo (clique aqui), entenda como você pode obter este indicador OEE em tempo real e aumentar a produtividade no chão de fábrica.

Veja o vídeo sobre o OEE e entenda rapidamente como funciona.

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SÓ SE PODE MELHORAR AQUILO QUE É MEDIDO

As empresas devem ser produtivas utilizando o máximo dos recursos disponíveis (Mão de obra, Máquinas e Materiais)

Nos últimos anos, o indicador OEE (Overall Equipment Effectiveness), proposto na metodologia TPM (Total Productive Maintenance), vem sendo utilizado por diversas empresas para aumentar a produtividade e apresentando resultados significativos.

Não sabe o que é o OEE? Veja o vídeo a seguir e entenda rapidamente sobre o OEE. (Quer saber mais? Clique aqui e saiba mais sobre o indicador OEE)

Com este indicador é possível verificar se uma empresa está utilizando bem os seus recursos disponíveis para a produção e identificar os pontos de melhoria nos quais podem atuar para ganhar produtividade.

COMO PODEMOS MEDIR A PRODUÇÃO?

Para medir, é preciso que inicialmente realize a coleta de dados da produção, esta coleta pode ser executada de duas maneiras: coleta de dados de forma manual ou coleta de dados de forma automática.

 

COLETA DE DADOS DE FORMA MANUAL

A coleta dos dados de produção de forma manual normalmente é feita através de apontamentos em um diário de bordo pelo operador de máquina ou apontador de produção, depois é preciso que alguém, normalmente a manufatura, digite os dados em uma planilha afim de calcular o indicador OEE, e em seguida a criação de gráficos e indicadores.

Veja na figura 1 o modelo de um simples diário de bordo.

 

Diario de Bordo

Figura 1 – Diário de Bordo.

Neste diário de bordo são apontadas algumas informações, como:

  • Identificação da máquina / linha de montagem.
  • Identificação do modelo da peça produzida.
  • Quantidade de peças produzidas.
  • Quantidade de peças refugadas.
  • Tempo de parada da máquina.
  • Classificação da parada da máquina.
  • Operador responsável.

Após a coleta de dados, digitação, compilação e montagem de relatórios e gráficos, os colaboradores e gestores terão uma visão do comportamento da produção.

O apontamento manual nos leva a alguns questionamentos:

  • Qual é o nível de confiabilidade destas informações?
  • Será que os dados que foram coletados ou digitados, estão corretos?
  • Será que estes dados estão retratando a realidade do chão de fábrica?
  • Será que os relatórios e gráficos estão refletindo a produção do momento ou de alguns dias atrás?

Portanto dados desatualizados e com pouca confiabilidade, não terá credibilidade e tão pouco utilidade.

 

COMO MEDIR A PRODUÇÃO DE MANEIRA EFICIENTE?

COLETA DE DADOS DE FORMA AUTOMÁTICA

Este sistema consiste em capturar os dados diretamente da máquina pela instalação de sensores, ligados a um aparelho que contabiliza a produção, o ciclo e a parada de máquina de forma automática.

Este aparelho possui uma interface na qual o operador pode colocar informações complementares como o motivo de parada, identificação da peça e sua matrícula. E dependendo do nível de automação da máquina, podem fornecer de forma automática o motivo de parada, quantidade de refugo, motivo do refugo, tolerância de parâmetros, entre outros.

Esses dados são capturados e enviados em tempo real para um banco de dados, o qual poderá ser consultado por qualquer computador, smartphone, tablet e TV da empresa, obtendo a situação de todas as máquinas em tempo real e seus indicadores de OEE. Na Figura 2, pode ser observado um diagrama de um sistema com essas características.

Diagrama Pw-1

Figura 2 – Diagrama de um sistema automático de coleta de dados em tempo real.

Estes são alguns dos principais benefícios de um sistema de coleta de dados automáticos:

Abaixo estão alguns dos principais benefícios de um sistema de coleta de dados automático:

  • Dados e informações em tempo real.
  • Alerta em tempo real – Todos na fábrica ficam sabendo imediatamente se uma máquina está parada, afetando o indicador de disponibilidade, e por consequência o indicador OEE.
  • Precisão nos dados do ciclo de produção – O sistema automático obtém o ciclo real da máquina, e não uma média.
  • Sistema ativo e inteligente – Envio de e-mail, SMS e notificações no iPhone seguindo regras previamente configuradas. Exemplo: se uma máquina parar para manutenção, imediatamente o sistema envia um alerta (email/SMS/notificação) para o setor de manutenção ou para o técnico responsável, que pode rapidamente atender ao chamado.
  • Maior confiabilidade da informação – Como os dados são coletados de forma automática, não depende do operador para apontar todos os registros e elimina erros de digitação.
  • Rapidez nas ações corretivas – Isto possibilita uma atuação rápida e eficiente na correção dos problemas que afetam a produtividade.
  • Acesso rápido e inteligente ao histórico de informações.

CONCLUSÃO

Vimos que para melhorar é preciso medir, e, além disso, é importante que todos os dados e informações sejam confiáveis, precisos e rápidos.

A coleta de dados de forma automática é uma excelente ferramenta na gestão da produção, possibilitando a análise, ação e monitoramento da produção em tempo real, ganhando eficiência e maximizando os resultados.

Agora, clique no vídeo abaixo e veja como a Prodwin pode aumentar a produtividadeno chão de fábrica.

VideoPw-1-Screen

Deseja saber mais como a Prodwin pode ajudar a obter este indicador OEE em tempo real? Clique aqui e fale conosco.

Direitos autorais da Prodwin Tecnologias.

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O MES PROPORCIONA O USO DO INDICADOR OEE (OVERALL EQUIPMENT EFFECTIVENESS)

Para aumentar a rentabilidade e garantir a sobrevivência, as empresas tem buscado aperfeiçoar ao máximo seus processos internos visando a maximização da utilização de seus recursos (homens e máquinas). Uma das ações nessa direção é a medição da eficiência e do uso dos recursos fabris, e a para isso pode ser usado um sistema MES. Os sistemas de execução e controle da fabrica ou MES (do inglês Manufacturing Execution System) estão relacionados a toda automação realizada no chão de fábrica. Segundo Deuel (1994), entre os benéficos trazidos pelo MES está à coleta dos dados gerados na fábrica com a finalidade de melhorar os sistemas de gestão da produção fazendo a ligação entre o sistema de planejamento e a fábrica em si. Deuel ainda cita que o MES é um sistema que ajuda a manufatura a manter a qualidade do produto conforme requisições regulamentares (por exemplo: ajudar a manter a temperatura de um processo de fabricação de um item que só pode ser produzido a determinada temperatura), além de propiciar a redução do tempo de produção e poder baixar os custos de produção. Um sistema integrado de MES proporciona um acesso fácil a informações em tempo real sobre os elementos e operação da manufatura. O MES é usado para definir, monitorar, controlar e sincronizar cinco elementos chave da produção: materiais, equipamentos, pessoal, processos (instruções/documentos) e instalações.

INDICADORES DE PRODUTIVIDADE

Nos últimos 20 anos foram escritos artigos e livros sobre gestão de chão de fábrica; técnicas como PDCA, 6 Sigma, modelo Toyota de produção, entre outras, foram estudadas e aplicadas com o objetivo de melhorar a produtividade, utilizando melhor os recursos disponíveis e aumentando a qualidade dos produtos. Nos últimos anos, um indicador chamado OEE (Overall Equipment Effectiveness), proposto na metodologia TPM (Total Productive Maintenance), vem sendo aplicado por diversas empresas e apresentando significativos resultados. Esse indicador demonstra qual a utilização real do equipamento e aponta se o problema está mais concentrado em disponibilidade, desempenho ou qualidade. Além disso, segundo Hansen (2006), o ganho de um ponto percentual no OEE pode representar três pontos percentuais a mais no resultado financeiro. A grande vantagem desse indicador é que ele apresenta a eficiência como produto de três indicadores, onde cada um permite analisar separadamente as atividades que influenciam a eficiência e que, se consideradas juntas, poderiam mascarar os resultados:

  • Disponibilidade: é o percentual do tempo que o equipamento foi utilizado, comparado ao total do tempo que ele estava disponível para ser utilizado, ou seja, mede o tempo ou proporção que o equipamento ficou parado. Podem existir paradas que pensam e que não pesam para o calculo do OEE
  • Desempenho: é a relação entre a velocidade real que o equipamento operou com a velocidade padrão que ele deveria operar (esse item é muito difícil de ser mensurado sem um sistema MES)
  • Qualidade: é o percentual de peças sem defeitos que o equipamento produziu.

Assim, esta metodologia possibilita uma análise mais acurada e separada dos pontos fracos do processo, ou seja, a causa raiz da perda de produtividade. Isto permite tomar ações mais focadas, em cima de dados concretos, que buscam a maximização da eficiência do equipamento e, consequentemente, a redução de custo. Os indicadores do OEE podem ser visualizados graficamente através do gráfico de escada. Entretanto, uma grande dificuldade encontrada ao mensurar o OEE é a realização da coleta de dados. Como esta coleta é feita de forma manual, traz uma baixa confiabilidade da informação e um prazo médio de 24 horas para se ter a informação. O atraso e a incerteza desta informação prejudicam principalmente o programa de produção, que precisa ser modificado várias vezes devido a imprevistos ou pedidos urgentes e inesperados de clientes.

COLETA MANUAL

A coleta manual é realizada pelo próprio operador da máquina ou por um apontador de produção que fica responsável por um grupo de máquinas. Em ambos os casos, as informações são anotadas em uma planilha de papel chamada diário de bordo. Existem vários modelos de diários de bordo utilizados pelas empresas. Em um diário de bordo são apontadas algumas informações:

  • Identificação de máquina / linha de montagem
  • Identificação do modelo da peça produzida
  • Quantidade de peças produzidas
  • Quantidade de peças refugadas (mortas)
  • Tempo de parada da máquina
  • Classificação da parada da máquina
  • Operador responsável etc

Em posse dos dados apontados nestas planilhas, um setor (normalmente a manufatura) digitaliza os dados em planilhas eletrônicas que calculam o OEE por equipamento, por grupo de equipamentos, períodos ou produtos, com as mais variáveis combinações, a fim de atender a análise do processo em questão.

COLETA AUTOMÁTICA DE DADOS PARA CÁLCULO DO OEE

Para coletar os dados e mensurar a sua eficiência a empresa pode contar com um sistema de tecnologia da informação MES, que permite ao gestor uma análise de dados em tempo real com recursos gráficos, contando com tecnologia de armazenamento em banco de dados e tráfego de informações via rede corporativa. Além disso, pode fazer a coleta dos dados no cão de fábrica evitando o preenchimento do diário de bordo. Há sistemas que permitem acumular e compilar várias informações da companhia, calculando automaticamente os indicadores. Esses sistemas montam telas gráficas que facilitam a visualização e a comparação das informações utilizando planilhas, gráficos de paretto, gráfico de setores, entre outros, possibilitando uma atuação imediata (dados em tempo real) ou planejada (dados de um mês fechado). Estes sistemas capturam os dados diretamente da maquina através da instalação de sensores ligados a um aparelho (IHM e CLP que contabiliza a produção e a parada de máquina de forma automática, O aparelho possui uma interface na qual o operador pode colocar informações complementares como o motivo da parada, identificação da peça e sua matricula. Dependendo do nível de automação da maquina, pode fornecer de forma automática o motivo da parada, nível de rejeito, tolerância de parâmetros, entre outros. Esses dados são capturados e enviados em tempo real para um banco de dados, que poderá ser consultado por qualquer computador da empresa, apontado a situação de todas as maquinas em tempo real e seus indicadores de OEE. Entre as vantagens dos sistemas de coleta de dados automáticos, destacam-se a coleta em tempo real e a maior confiabilidade da informação, já que não depende da precisão dôo operador que, por mais atento que esteja no processo, pode não notar uma informação de parada ou produção. Todos na fábrica ficam sabendo na hora se uma máquina está parada, afetando o indicador de disponibilidade e, por consequência, o OEE. O sistema ainda pode ser ativo e enviar e-mail seguindo regras pré configuradas, ou seja, se uma máquina parar para a manutenção, na mesma hora o sistema envia um e-mail para o setor de manutenção ou para o técnico responsável, que pode rapidamente atender ao chamado. Com uma informação rápida e confiável, é possível ter uma atuação mais eficaz. Outra grande vantagem é o fato desses sistemas permitirem a baixa do programa numérico (DNC) da máquina de acordo com a ordem de produção que está sendo produzida, evitando erros de downloads de versão defasadas do programa do produto especifico.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Pode-se afirmar que é de fundamental importância que a empresa tenha conhecimento do nível de OEE que está operando, pois pode representar se a atividade está ou não sendo lucrativa. Se a empresa sabe quais são as suas deficiências e consegue tomar ação em tempo hábil, pode recuperar o indicador, assim como pode fazer uma analise macro de um período e tomar decisões estratégicas que podem alterar o rumo da companhia. Assim, o OEE é um excelente indicador para o auxilio na tomada de decisões. Em complemento, é de vital importância que esse indicador seja coletado e calculado com o menor erro e menor tempo possível. Para isso, a empresa pode contar com o sistema de coleta automática de dados em tempo real (MES) que, como analisado, pode elevar expressivamente a utilização dos equipamentos, o volume produzido e o faturamento da empresa. Um levantamento feito pelo autor em mais de 200 empresas brasileiras do setor de usinagem mostra que nem 5% dessas empresas utilizam um sistema de apontamento automático. Referências DEUEL, A. C.the banefits of a manufactiring axecution system for plantwide automation. ISA transactions. Phoenix, Vol. 33, p. 113- 124, 1994. HANSEN, R.C. Eficiencia Global dos equipamentos: Uma ponderosa ferramenta de produção/manutenção para o aumento dos lucros. Porto Alegre: Bookman, 2006. Olve, N.; Roy, J. & WETTER, M. condutores da performane. Qualitymark, 2001

Danniel de Souza Hernandes

Diretor operacional na Prodwin Tecnologias. Atua nas áreas de desenvolvimento de hardware e novos produtos, gestão de chão de fabrica e pré-venda. Também como consultor em ferramentas e métodos para ganho de produtividade. www.prodwin.com.br Publicado na revista: Cadware

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A iniciativa é uma realização do Ministério do Desenvolvimento Indústria e Comércio (MDIC), Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI), Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (APEX-Brasil) e Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), com a parceria do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE) e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

O Programa é uma resposta rápida para o dilema da baixa produtividade da indústria brasileira. Visa atender 3 mil empresas industriais de pequeno e médio porte em todo o Brasil, com o objetivo de aumentar em 20% sua produtividade. O conceito baseia-se na redução dos sete tipos de desperdícios (superprodução, tempo de espera, transporte, excesso de processamento, inventário, movimento e defeitos).

A iniciativa prevê o investimento em 4 setores prioritários:

  • Alimentos e Bebidas;
  • Metalmecânico;
  • Moveleiro;
  • Vestuário e Calçados.

Mais informações em www.brasilmaisprodutivo.gov.br

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Como você realiza o Planejamento e Controle da Produção (PCP) em sua empresa?

Com o módulo PCP, você poderá visualizar em um gráfico Gantt de como estão as cargas em cada máquina, podendo reordenar as ordens de produções (OPs) de forma rápida e analisando em tempo real, se a produção está de acordo com o planejado.

E além disso, quando há alterações na performance ou paradas das máquinas, o módulo PCP calcula e informa automaticamente a nova data e o horário de entrega.

Veja o vídeo abaixo e entenda como a Prodwin, através de um sistema MES (OEE) em tempo real e o módulo PCP, pode ajudar a sua empresa aumentar a pontualidade das entregas, elevar os níveis de produtividade e tomar decisões mais eficazes.

Quer entender melhor, veja como Pw-1 (clique aqui) pode aumentar a lucratividade de sua empresa.

Mais informações, mande uma mensagem para o nosso consultor (clique aqui) que ele retornará rapidamente a sua mensagem.

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