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Veja o vídeo abaixo e leia o artigo sobre o que é a indústria 4.0 e como a Prodwin pode ajudar a sua fábrica entrar nesta nova era.

1. UM POUCO DA HISTÓRIA…

Antes de falarmos sobre a indústria 4.0, vamos passar rapidamente nas revoluções anteriores.

Máquinas a vapor – indústria 1.0 ou a primeira revolução industrial iniciou aproximadamente uns 250 anos atrás com o aumento da produtividade da indústria têxtil com as fábricas mecanizadas através das melhorias de James Watt com a máquina a vapor de Newcomen no século 18.

Produção em série – Em 1913, após a introdução da linha de montagem por Henri Ford, iniciou a segunda revolução industrial, a indústria 2.0, no qual resultou em um grande aumento na produção do modelo T chegando a um volume de 15 milhões. E assim, outras fábricas começaram a aplicar as linhas de montagem para o aumento da eficiência e produtividade e redução de custos.

Sistemas automatizados – Já na indústria 3.0, nos anos 70, iniciou a montagem automatizada com a aplicação de computadores no chão de fábrica, uso de CNC em centros de usinagem, máquinas de inserção de componentes, etc, com isso os trabalhos mecânicos realizados por seres humanos começaram a ser executados por robôs computadorizados. E hoje, graças a estas fábricas altamente automatizadas nos proporcionam a oferta de smartphones, tablets e diversos produtos eletrônicos a um preço que podemos pagar.

2. O QUE É A INDÚSTRIA 4.0?

O termo indústria 4.0 foi utilizado pela primeira vez em 2011 em uma feira de Hanover, refere-se à quarta revolução industrial, e foi originada de um projeto de estratégia de alta tecnologia do governo alemão, promovendo a informatização da fábrica.

Resumidamente é um conjunto de tecnologias baseada nos conceitos e nas respectivas interações entre os sistemas cyber-físicos, a Internet das Coisas e o Big Data, assim tornando uma “fábrica sem papel”, facilitando a visão e as tomadas de decisões por humanos da fábrica inteligente.

 

Exemplo de uma indústria 4.0

Para exemplificar um cenário de indústria 4.0, vamos analisar uma usina de álcool e açúcar.

Para uma melhor compreensão, vamos dividir basicamente em 2 momentos, a primeira seria a coleta das informações e na segunda o grande sistema realizando as ações.

Dados internos e externos

  • (Dados Externo) Meteorologia – Recebeu a informação da previsão do tempo que em 3 dias haverá um grande volume de chuva.
  • (Dados Externo) Agência de Notícias – As notícias informam que o governo deverá ampliar os estoques em 15% de etanol até o final da safra.
  • (Dados Externo) Bolsa de Mercadorias e Futuro – O mercado está sinalizando que o preço do açúcar poderá subir até 3% até o final da safra.
  • (Dados Externo) Fornecedor – Com o aumento da produção, o fornecedor informou que não conseguirá atender a demanda projetada.
  • (Dados Interno) Sistema de Gestão da Produção – Na próxima semana, o sistema de gestão da fábrica, com os dados recebidos dos coletores das máquinas, informa que será preciso realizar paradas planejadas de manutenção preventiva para duas máquinas.

Ação

  • Decisão – Após os dados recebidos, o “grande sistema” inicia a tomada de decisão de forma automática com os parâmetros previamente informados pelos gestores.
  • Ações do “grande sistema”
  • Devido as chuvas previstas nos próximos dias e o aumento da demanda do governo, o sistema automaticamente inicia as intervenções e os ajustes necessários, como a configuração dos novos setups nos CLPs, para o aumento da produção e da produtividade.
  • Com a previsão do aumento do preço do açúcar no mercado futuro, o caldo primário também é direcionado para o aumento da produção de açúcar.
  • É disparado o processo de compra de um fornecedor alternativo e também a reserva dos insumos para o aumento da produção.
  • Com o aumento da produção, as paradas planejadas para as manutenções preventivas são reprogramadas para uma data, afim de atender a maior demanda, não afetando a disponibilidade das máquinas.

Agora imagine que todas estas informações foram consolidadas por um “grande sistema” e que ele próprio já toma decisões de forma autônoma, sem a interferência direta das pessoas, mas também poderia oferecer possíveis soluções para os gestores. Isto é um simples exemplo e conceito de uma indústria 4.0.

Portanto na indústria 4.0, as tomadas de decisões podem ser mais assertivas e de forma autônoma, sempre baseado em dados internos (dentro da fábrica) e externos (fora da fábrica).

3. FATORES QUE DEFINEM A INDÚSTRIA 4.0 

  • Interoperabilidade
  • Virtualização
  • Descentralização
  • Tempo Real
  • Orientado a serviço
  • Modularidade

Portanto, na indústria 4.0 temos:

  • Sistemas e sensores inteligentes que informam para as máquinas como elas devem trabalhar e como estarão envolvidos em cada estágio do processo de manufatura, assim fornecendo os dados, como o feedback, afim de obter um maior controle da produção.
  • Os processos devem ser auto-gerenciados em um sistema modular descentralizado. Sistemas embutidos inteligentes começam a trabalhar em conjunto com a troca de dados e informações, de forma direta e também através da ”nuvem” na Internet. Com isso, os sistemas de controles industriais serão mais complexos e distribuídos, possibilitando um processo mais flexível e bem minucioso dos processos.
  • Os sistemas centralizados rígidos de controle das fábricas cedem agora seu lugar para inteligência descentralizada, com a comunicação máquina com máquina (M2M) no chão de fábrica.

A indústria 4.0, ainda é mais um conceito do que uma realidade, mas está sendo motivada por três grandes mudanças no mundo industrial produtivo:

  • Avanço exponencial da capacidade dos computadores.
  • Imensa quantidade de informação digitalizada – Big Data
  • Novas estratégias de inovação (pessoas, pesquisa e tecnologia)

Em um curto espaço de tempo veremos todas as tecnologias interligadas e propiciando as tomadas de decisões no conceito da indústria 4.0.

4. REVOLUÇÃO OU EVOLUÇÃO? 

As revoluções industriais não ocorreram em apenas um dia, e sequer reconhecida como tal na época. A Indústria 4.0 pode ser revolucionário ou evolucionário, independente disso, isto é uma consequência natural da comunicação M2M (Máquina para Máquina) e IOE (Internet de todas as coisas) na automação do chão de fábrica, assim proporcionando uma produção com um menor custo e com uma melhor rentabilidade.

O certo é que a produção industrial será muito mais eficiente e certamente mais lucrativa, portanto o melhor que podemos fazer é tornar isto uma realidade.

E COMO O SISTEMA PW-1 INTERAGE COM A INDÚSTRIA 4.0? 

Como acabamos de analisar, na indústria 4.0 é essencial que as empresas tenham um Sistema de Gestão da Produção, afim de obter as informações da produção em tempo real e com todo o histórico armazenado em um banco de dados, e é justamente isso que o Sistema Pw-1 faz.

Sistema Pw-1 coleta as informações das máquinas e dos processos, e os apresenta através de diversos indicadores e gráficos de fácil visualização e intuitivos. E além disso, integra outras funcionalidades, como CEP, PCP, Manutenção, Gestão à Vista, Alertas automáticos e a integração com os principais sistemas ERP. Veja mais aqui.

Portanto, as empresas que possuem o sistema Pw-1, estão certamente, mais avançadas no processo de integração da indústria 4.0.

E além disso, veja abaixo as outras informações que você também poderá visualizar no Pw-1 :

  • A produtividade industrial da sua fábrica.
  • O índice OEE (mais informações sobre o OEE).
  • A performance dos operadores.
  • Os turnos e os departamentos mais eficientes.
  • O nível de refugo por produto.
  • Quanto tempo. Quem parou. E quais foram os principais motivos das paradas das máquinas.
  • Os produtos com maior rentabilidade.

Veja o vídeo abaixo e entenda como a Prodwin, através de um sistema MES (OEE) em tempo real, pode lhe ajudar a aumentar os níveis de produtividade da sua indústria.

Quer entender melhor, veja como Pw-1 (clique aqui) pode aumentar a lucratividade de sua empresa.

Mais informações, mande uma mensagem para o nosso consultor (clique aqui) que ele retornará rapidamente a sua mensagem.

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1. PODEMOS CONFIAR NO “DIÁRIO DE BORDO”?

Contudo, grande parte das indústrias ainda utilizam o apontamento manual de produção para monitorar produtividade e a qualidade, ou seja, a eficiência das máquinas. Pior que isto, com base nestes apontamentos são definidos a previsibilidade dos prazos de entrega, o volume de estoque e até mesmo a decisão estratégica sobre compra de novas máquinas ou contratação de mão-de-obra.

Este apontamento manual é o famoso “diário de bordo” onde o próprio operador da máquina, anota a quantidade produzida e refugada e o tempo em que a máquina ficou parada.

Tal registro de ocorrência serve basicamente para justificar o motivo de não ter atingido a meta de produção. Registro este que só estará disponível como informação gerencial algum tempo depois de realizado, pois o operador irá terminar o apontamento apenas no fim de seu turno. Um outro colaborador irá recolher este material com os apontamentos e levar para alguém digitá-lo em uma planilha, para enfim, consolidar esses dados em informações gerenciais através de gráficos e relatórios.

Horas ou talvez dias depois, estes dados serão analisados e planos de ações para melhoria destes resultados serão definidos. Neste momento, porém a máquina talvez já esteja produzindo outro produto e nenhuma ação corretiva aos problemas evidenciados pelo apontamento anterior poderá ser realizada, afinal, já passou e nada podemos fazer para mudar o dia anterior.

Desta forma, podemos afirmar que diariamente nas indústrias, muitos estão arriscando atravessar a rua com a foto do dia anterior, com longas reuniões pra discutir erros passados e não solucionados, projeções e perspectivas baseadas em dados escritos dias atrás, tomando decisões de contratações ou compra de máquinas com base em dados duvidosos.

Um erro comum gerado pelo apontamento manual, ocorre quando a máquina produz num ritmo maior que o esperado, normalmente este é um caso onde o operador no final do turno pára a máquina com antecedência, visto que a meta de produção foi atingida. O apontamento manual, aliás em muitas vezes, é realizado com a máquina parada no fim do turno.

Podemos observar na figura a seguir, onde o operador apontou informações até às 16:35, sendo que ainda eram 15:10, isto é uma prática comum nas empresas, visto que o operador tem que desempenhar diversas funções e acaba não dando a devida importância ao apontamento dos dados.

Sabemos que por maior boa vontade que o operador tenha, ele não conseguirá informar hora, minuto e segundo que a máquina parou e voltou a trabalhar. Quanto menos informar a velocidade média de produção que a máquina executou enquanto estava produzindo.

Portanto no apontamento manual temos diversos problemas que causam perdas de produtividade, tais como:

» Erros e vícios por parte do operador;

» Demora na compilação dos dados;

» Tomadas de decisões tardias;

» Aumento nos custos de produção (mão de obra e insumos)

2. E COMO POSSO TER TOMADAS DE AÇÕES MAIS SEGURAS E ASSERTIVAS?

A Gestão da produção em tempo real é uma solução para eliminar os problemas listados acima e já é uma realidade de algumas indústrias de diversos segmentos.

O Sistema Pw-1, por exemplo, já é utilizado por mais de 500 empresas não só para monitorar a produção, mas principalmente para melhorar os resultados.

Para que os eventos ocorridos na produção sejam coletados e registrados de forma imediata, são instalados coletores de dados que capturam sinais da máquina, através de sensores que sinalizam se a máquina está parada, produzindo e sua respectiva performance. A Prodwin possui um dos mais modernos coletores disponíveis no mercados, totalmente desenvolvido e produzido internamente, veja na ilustração a seguir os diferenciais do nosso coletor de dados, iP-64.

Além dos diferenciais na construção e na usabilidade do coletor, podemos destacar também a integração e comunicação com os diversos equipamentos.

Em funcionamento, o sistema Pw-1 mostrará através do monitor on line, ou seja, no momento que a ocorrência acontece, se a máquina está parada ou produzindo, assim podemos garantir a eficiência da produção ao corrigir os desvios.

O Pw-1 é um Sistema de Gestão de Manufatura em Tempo Real, que informa imediatamente a disponibilidade, performance e qualidade, registrando e sinalizando os eventos de produção no momento em que acontecem. Desta forma possibilita ao gestor atuar imediatamente na correção dos problemas rotineiros, como as paradas, perdas de performance e problemas de qualidade das peças produzidas, melhorando a produtividade e consequentemente o lucro da empresa.

Você sabe dizer o que está ocorrendo agora na sua produção?

MAIS ALGUMAS INFORMAÇÕES DO PW-1.

Veja o vídeo abaixo e entenda como a Prodwin, através de um sistema MES (OEE) em tempo real, pode lhe ajudar a aumentar os níveis de produtividade da sua indústria.

Quer entender melhor, veja como Pw-1 (clique aqui) pode aumentar a lucratividade de sua empresa.

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